Óleo Essencial de Lavanda

Lavandula officinalis

Descrição

O Óleo Essencial de Lavanda tem uma fragrância doce e familiar e é um dos óleos mais usados na Aromaterapia. Ajuda a equilibrar o sistema nervoso, a aliviar dores de cabeça e a diminuir a insônia. Também é um excelente anti-séptico, cicatrizante e pode ser usado em queimaduras, feridas, picadas, dermatites e qualquer tipo de inflamação de pele.

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PREÇO: 33,40 R$
EMBALAGEM: 10ml - (frasco de vidro)

Saiba Mais

Sobre o Óleo Essencial de Lavanda

A palavra Lavanda vem do latim lavare, "lavar". Foi um dos aromáticos preferidos dos romanos por causa de suas atividades balneárias. Eles devem ter introduzido a planta na Inglaterra, e desde então ela tem sido a grande favorita das mulheres. É muito usado como água de colônia, e é o principal ingrediente de muitos pot-pourris e saches. O óleo essencial de Lavanda, era usada antigamente para espalhar pelo chão das casas e igrejas em ocasiões festivas, tendo sido muito popular em águas de toalete e vinagre. A Lavanda é cultivada em muitos países europeus, mas o principal produtor é a França. Produz-se um óleo essencial de boa qualidade na Tasmânia. Embora seja muito conhecido pelo nome, o óleo essencial de Lavanda ingles é produzido em uma escala muito reduzida, principalmente em Norfolk, e tem um odor nitidamente canforáceo. A Lavanda inglesa original costumava ser cultivada em Mitcham, Surrey. O odor limpo e fresco da Lavanda não precisa de descrição, tampouco sua planta. A essência é muito usada em perfumaria, especialmente em águas de colônia, tendo ainda um odor extremamente popular. O óleo essencial de Lavanda é límpido e tem um sabor amargo, mais ou menos suave. Ele combina bem com um grande número de óleos essenciais, principalmente com os de gerânio, ylang ylang, laranja e bergamota , acrescentando uma leve suavidade floral a quase toda mistura.

Mercúrio é o regente desta erva. Ela é usada especialmente em dores de cabeça e do cérebro, originadas de friagem, apoplexia, deficiência respiratória, hidropisia ou doença da preguiça, cãibras, convulsões, paralisias e desmaios freqüentes. Ela fortalece o estômago e livra o fígado e o baço das obstruções, incentiva os fluxos das mulheres e expele a criança morta e as secundinas. As flores, se de molho em vinho, ajudam a regularizar as águas paradas ou atravancadas com gases ou cólicas, se a região for banhada com elas... Duas colheradas da água destilada das flores ajudam os que perderam a voz, têm tremores e paixões do coração, bem como a lipotimia e a síncope, quando aplicadas sobre as têmporas ou aspiradas pelas narinas.

Nicholas Culpeper

O óleo essencial de Lavanda costuma ser considerado como a essência mais útil e versátil para fins terapêuticos. Suas propriedades mostram um perfeito equilíbrio entre yin e yang, e nesse contexto ele é virtualmente neutro. Tem uma ação tônica e sedativa sobre o coração (histeria, tensão nervosa, palpitações) e diminui a pressão alta do sangue. A Lavanda é um suave analgésico local e acalma a excitabilidade cérebro-espinhal, é famosa por suas propriedades neurossedativas e tem se mostrado valiosa em uma série de distúrbios nervosos e psicológicos, incluindo depressão, insônia, enxaqueca, histeria, tensão nervosa e paralisia. Como uma analgésica e sedativa, é muito boa para dor de cabeça e enxaqueca. A Lavanda é diferente do gerânio, com qualidade predominantemente normalizante, não yin ou yang, de onde sua considerável versatilidade. Pode ser usada na epilepsia, convulsões, catalepsia e outras condições nervosas causadas por um grave desequilíbrio de yin e yang. É um tônico cardíaco e acalma os nervos do coração. Os “Tremores e Paixões do Coração” de Culpeper, descreve muito bem a classe de estado mental para a qual a Lavanda é indicada: palpitação, tremores, irritabilidade, lipotimia, pânico, histeria (antes a pessoa decide uma coisa, depois decide-se firmemente pelo contrário). Grieve menciona o uso da tintura de Lavanda para delírios e depressão mental. A Lavanda pode ser usada sempre que há fortes sintomas mentais, com um quadro de contínuas mudanças de um extremo a outro, como no estado maníaco-depressivo. Ela é muito boa para exaustão nervosa. Embora não seja realmente antiinflamatória, a Lavanda costuma ser útil em casos de inflamação, daí seu uso em queimaduras, dermatites, eczema, psoríase, conjuntivite, cistite, diarréia, laringite e semelhantes. Na maioria dessas condições, suas propriedades anti-sépticas também são valiosas. É boa para emissões catarrais (leucorréia, bronquite, etc) e é também um analgésico suave, acentuando, seu valor na maioria das condições acima. É boa em dificuldades e dores reumáticas e musculares, e é ingrediente eficaz de óleo de massagem, especialmente para atletas e esportistas. A Lavanda é um bom antiespasmódico (asma, bronquite), carminativo e estomacal (cólica, náusea, vômito, flatulência, dispepsia), especialmente quando essas condições estão associadas com problemas nervosos e emocionais. Ela aumenta a secreção gástrica e motilidade intestinal. Suas propriedades anti-sépticas são especialmente úteis no combate à halitose, sendo um excelente anti-séptico da pele. Pode ser usada em qualquer estado da pele (dermatite, eczema, acne, psoríase, etc.), sendo também eficaz contra determinados parasitas da pele (piolho, sarna). Tem se mostrado um remédio eficaz para alguns casos de alopecia areata (calvície temporária), especialmente quando associada com problemas nervosos. Pode ser usada beneficamente em qualquer tipo de pele (oleosa, seca, sensível, acnéica) embora pareça trabalhar melhor em combinação com outros óleos essenciais. É um excelente citofilático (regeneração das células da pele), e assim pode ser considerado como um agente rejuvenescedor da pele. Essa qualidade também explica porque o óleo essencial de Lavanda é provavelmente o mais eficaz para queimaduras. É um desodorante agradável e eficiente. Como anti-séptico-antiflogístico-cicatrizante, a lavanda é um dos melhores óleos para se usar sobre feridas inflamadas e infectadas e sobre úlceras. O Dr. Valnet recomenda seu uso em úlceras sifilíticas, feridas gangrenosas e fístulas anais. Como anti-séptico, a Lavanda pode ser usada para a maioria das infecções da garganta e freqüentemente é usada na gripe. Como anti-séptico-diurético, é muito boa para cistite, especialmente a associada com friagem ou resfriados. É indicada quando há uma situação anômala de baixa excreção urinária. O óleo essencial de Lavanda é um excelente remédio para insolação e, preparado como óleo de massagem, pode ajudar a evitar queimaduras. Contudo, não é um filtro solar ou protetor eficiente, e não é suficiente para banhos de luz solar muito intensa. A Lavanda é boa para lesões ulcerosas da córnea. Ela produz hipotensão arterial e diminui a tensão sanguínea superficial. É um sedativo do sistema nervoso central e inibe a atividade motora espontânea. Inibe a tuberculose micro bacteriana, estafilococos, gonococos, bacilo de Löeffler (difteria), bacilo de Erberth (tifóide); o vapor de óleo de Lavanda destrói pneumococos e estreptococos hemolíticos no espaço de doze a vinte e quatro horas. Ele tem uma baixíssima toxicidade. É um remédio eficaz para crianças, especialmente tratando-se de cólicas, excitamento nervoso, irritabilidade, debilidade geral, afecções cutâneas e infecções em geral. É reconhecidamente bom para coqueluche, mas não tenho conhecimento de nenhum caso em que tenha sido usado em crianças com essa condição. A Lavanda é particularmente útil para infecções do ouvido, nariz e garganta, sendo usada como alternativa da camomila em otites infantis. O óleo de Lavanda é útil em diversos procedimentos durante o parto. Ele propicia um parto rápido sem aumentar a severidade das contrações. Ajuda a acalmar a mãe e, como água aromática, pode ser usado como compressa refrescante para a cabeça. Pode ser usado como óleo de massagem para a parte inferior das costas (o que também diminui as dores) e em compressa quente sobre o abdome. Também ajuda a expelir as secundinas. Algumas gotas sobre uma fonte de calor refrescam e purificam o ar. Como emenagoga, a Lavanda é boa na escassez menstrual e pode ser usada contra as cólicas. É um excelente remédio para leucorréia, usado em duchas vaginais. Usado externamente, é um dos mais eficazes óleos para estimular a leucocitose. A Lavanda deve ser considerada sempre que haja infecção, espasmo, inflamação ou distúrbio nervoso ou emocional. Embora diversos herboristas tenham se referido à toxidade do óleo essencial de Lavanda, na verdade ele é o menos tóxico de todos os óleos essencias, até menos do que o óleo de camomila. Os efeitos da Lavanda são normalmente enfatizados pela mistura com outros óleos. Quando usar a Lavanda em situações inflamatórias, use apenas baixas concentrações (menos de 1%). Em altas concentrações, ela tem um efeito estimulante sobre a circulação. Quando usado para dores musculares, torceduras e entorses, dores reumáticas, etc., use de 2% a 4%. Quando usá-la em feridas inflamadas, úlceras e estados de pele ou inflamações similares pode ser melhor misturá-la com camomila. O banho de Lavanda é refrescante, relaxante e, conforme o caso, quase sempre terapêutico. Aquece o coração, estabiliza as emoções e se constitui em um excelente banho para os que têm dificuldade para dormir. A Lavanda é, de muitos modos, semelhante à camomila, mas é menos tóxica e mais neutra, enquanto a camomila é mais yin. Um banho aromático ou escalda-pé com óleo essencial de Lavanda é muito bom para aliviar a fadiga física ou nervosa. O óleo de Lavanda é um remédio muito eficiente para picadas e ferroadas de insetos, particularmente as de abelha, vespa, borrachudo e mosquito, e é igualmente eficaz contra queimadura de urtiga. Esfregue diretamente sobre a ferroada ou picada.