SEIVA DE SANGUE-DE-DRAGÃO - 10ml

Croton lechleri

SEIVA DE SANGUE-DE-DRAGÃO
SEIVA DE SANGUE-DE-DRAGÃO

O Dragoeiro é uma árvore que cresce no norte da Amazônia, Peru, Equador e Colômbia, e chega a uma altura de 20 metros. De seu tronco, extrai-se uma seiva vermelha conhecida como “sangue de dragão”. Os índios a utilizam para estancar sangramentos, cicatrizar queimaduras e feridas infecciosas. O sangue de dragão é um poderoso cicatrizante, formando uma segunda pele e aumentando a síntese de colágeno. É também potente anti-inflamatório, antioxidante,  antibacteriano, antivirótico e analgésico. 

Preço: R$ 42,00
Embalagem: 10ml

Como usar?

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Saúde Pele
Cicatrizante para queimaduras, feridas e escaras Aplique de 2 a 3 gotas direto no local. Herpes Aplique de 2 a 3 gotas direto na região de 2 a 3x ao dia. Gengivite Dilua de 3 a 5 gotas em meio copo de água e faça bochechos sempre após a escovação. Candidíase Faça um banho de assento com 10 a 12 gotas em uma bacia de água morna. Permaneça sentado por 20 min. Faça 2x ao dia. Proteção dos raios UV Misture de 15 a 25 gotas em 50g de creme corporal e passe no corpo e rosto. Rugas Misture de 15 a 25 gotas em 50g de creme facial, e utilize como de costume. Elasticidade Misture de 15 a 25 gotas em 50g de creme facial, e utilize como de costume.Misture de 30 a 45 gotas em 100g de creme hidratante e utilize como de costume. Acne Aplique 2 gotas direto na região. Micoses Aplique 2 gotas direto na região. Repita 3x ao dia. Coceiras Aplique algumas gotas direto na região. Verrugas Aplique 2 gotas direto na região. Repita diariamente.

Sobre a Seiva de Sangue-de-Dragão

O significado do nome “Sangue de dragão”, é em alusão a cor de sua seiva, que depois de oxidada por exposição ao ar forma uma substância de cor vermelho vivo muito semelhante ao sangue. No passado, era considerada um mistério a sua origem e vendida a altos preços, pois era trazida por cavaleiros que diziam tê-la obtido de lutas travadas com dragões; “Kroton”, origina-se do grego, que significa “carrapato”, em alusão ao formato de algumas sementes do gênero; “lechleri”, foi o nome dado em  homenagem ao farmacêutico alemão “Wilibald Lechler” (1814-1856). 

O dragoeiro é uma árvore que cresce no norte da Amazônia, Peru, Equador e Colômbia. A maior parte da produção ocorre no Peru, porém o dragoeiro é nativo de toda a América do Sul, cresce em climas quentes, especialmente em bosques úmidos, próximos aos cursos de água. Existem gêneros diferentes de dragoeiros, porém as propriedades da seiva são muito semelhantes. As espécies de Croton Lechleri, abundantes no Brasil, crescem a uma altura de 12-20 metros,  com folhas em forma de coração peludas quando jovens e flores pequenas. Outra espécie conhecida é a Dracaena draco, que é o representante mais antigo do reino vegetal junto com o baobá, possui um formato bem diferente e curioso, com sua copa assemelhando-se a um “disco voador”, e com o tronco com contorno bem irregular. Esta costuma atingir 15m de altura com ramificações umbeliformes, e não ocorre no Brasil, mas sim nas ilhas do Atlântico Norte. Já a espécie Daemonorops draco exsuda a resina dos frutos que são bagas do tamanho de uma cereja. Para extração do látex, cortes são feitos no tronco em formato de espinha de peixe, que exige grande habilidade do cortador, sob pena de debilitar ou mesmo provocar a morte da planta. Para que isso não aconteça, algumas regras devem ser seguidas, como por exemplo, a árvore precisa ser adulta, e precisa ter pelo menos 20cm de diâmetro a altura do peito (DAP). A extração geralmente é realizada  entre abril e junho, e o ciclo da extração é de 6 meses. A casca depois de cortada se regenera rapidamente. As resinas em pó são produzidas a partir do aquecimento e vaporização da seiva, onde solidifica-se, e então em seguida é ralada, obtendo-se o pó.

Precauções

Não se conhecem contraindicações para o uso externo. Houve relatos de anemia  no uso interno em doses excessivas e contínuas.